quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Deve ser valorizada.






O seu valor muito excede ao de rubis.

Provérbios 31.10

Quando vejo as mulheres da Bíblia ocupando posições estratégicas de influência e de liderança, sendo colocadas meticulosamente no lugar certo e na hora oportuna, percebo como DEUS valorizou a mulher em todos os tempos. Percebo a maneira maravilhosa como DEUS a vestiu de força e de dignidade, e lhe investiu de autoridade diante de diversas situações conciliando obediência e submissão.
Deus, em seu gracioso plano de salvação, envolveu mulheres das mais variadas classes, em suas mais variadas ocupações, numa época em que pouco ou nenhum valor se dava às mulheres, e assegurou que seus nomes e seus feitos ficassem registrados como testemunho para as próximas gerações.
“Anas”, inseridas no contexto eclesiástico, vivendo em suas angústias... mas exercitando sua fé.
“Déboras”, que assumem posições de liderança e tomam atitudes capazes de mudar a vida de muitas pessoas.
“Dorcas”,  envolvidas em sua sociedade, colaborando com seus ofícios.
“Esters”, tecendo um pano de fundo político, salvando vidas.
“Rutes”, prezando pelos valores da família.
“Saras”, chamadas para crer em milagres.
“Martas”, prontas para servir.
“Marias”, prontas para ouvir.
Mulheres, muralhas, auxiliadoras, mães, profetizas, rainhas. Mulheres jovens, outras não tão jovens. Mulheres sofredoras, estéreis. Mulheres sábias, Mulheres simples. Mulheres importantes, Mulheres que não tiveram seus nomes revelados. Mulheres amigas, formosas. Mulheres prontas à ofertar suas últimas moedas... seu mais caro perfume... sempre o melhor aroma. Algumas tiveram o privilégio de serem contadas com os discípulos. Algumas puderam testemunhar a maravilhosa visão do túmulo vazio.
Mulheres de ontem e de hoje... Envolvidas com a obra do SENHOR, Mulheres realmente comprometidas com o SENHOR da obra.
O valor de uma mulher excede em muito, o valor de jóias preciosas.


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Do Espirito Santo é melhor.



E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;

Efésios 5.18

Os efeitos das bebidas alcoólicas são devastadores, atingindo os indivíduos, famílias e toda a sociedade. As bebidas alcoólicas sejam elas fermentadas, misturadas ou destiladas, são venenosas, aumentando grandemente a possibilidade de um desfecho fatal em casos de enfermidades, enfraquecendo e perturbando a mente, deturpando as feições, endurecendo o coração e corrompendo a moral, legando à posteridade a degeneração física e moral. Elas perturbam e destroem a família e produzem a desmoralização, o vício e a impiedade, neutralizando a eficácia dos esforços religiosos para a elevação intelectual, pureza moral e felicidade social, bem como promovem o crime e a miséria.
O álcool tende a destruir as mais elevadas espécies de células, as que têm a ver diretamente com os processos vitais, principalmente as delicadas células do cérebro, responsáveis pelo desenvolvimento intelectual.
Apesar de a ciência médica estar demonstrando os malefícios causados pela bebida alcoólica, muitos sinceros cristãos não vêem perigo algum quando tomam pequenas doses diárias de cerveja, cachaça, champanha, rum, vodka, vinho alcoólico e outras bebidas embriagantes. Afirmam que Deus condena somente aqueles que tomam em excesso e se embriagam. Outros dizem que dentre todas as bebidas fortes, o vinho alcoólico foi o único autorizado por Deus, enquanto que as outras sempre foram por Ele condenadas. Seria isto verdade?
A confusão tem se instalado na mente de muitos sinceros cristãos por desconhecerem os tipos de vinho relacionados na Bíblia. A verdade é que, quando a Bíblia menciona a palavra “vinho”, tanto pode ser o vinho alcoólico ou o puro suco de uva.

1. TIPOS DE VINHO RELACIONADOS NA BÍBLIA

A questão maior está relacionada ao tipo de vinho, isto é, o embriagante ou o puro suco de uva. No Antigo Testamento encontram-se registradas duas palavras hebraicas traduzidas por vinho.
1.1 - A primeira palavra, a mais comum é “yayin”, um termo genérico usado para indicar o vinho alcoólico ou não alcoólico.
Alguns exemplos em que a palavra “yayin” é entendida como sendo vinho embriagante: Gênesis 9:20-21; 19:32-35; I Samuel 25:36-37. O vinho torna-se embriagante quando ele passa pelo processo de fermentação. È quando o açúcar do suco de uva converte-se em álcool e em dióxido de carbono.
Alguns exemplos em que a palavra “yayin” é usada como sendo puro suco de uva: Lamentações 2:11-12 – O autor do livro Lamentações descreve as crianças pequenas (nenês de colo) e as maiores, famintas e angustiadas, clamando às mães, pedindo seu alimento normal de “trigo e vinho”. Neste caso, sem dúvida, era vinho não embriagante. Em Isaías 16:10 o profeta refere-se ao suco fresco da uva espremida.
1.2 – A segunda palavra hebraica traduzida por vinho é “tirosh”, que significa “vinho novo” ou “suco das uvas”. Esta palavra “tirosh” ocorre 38 vezes no Antigo Testamento e nunca se refere à bebida fermentada, mas sempre ao produto não fermentado da videira.
Alguns exemplos em que a palavra “tirosh” é traduzida como sendo o suco ainda no cacho de uvas: Isaías 65:8. Nota-se que este tipo de vinho “tirosh” é aquele que Deus disse “haver bênção nele”. Outras passagens bíblicas traduzem a palavra “tirosh” como sendo o suco doce de uvas recém-colhidas (mosto): Números 18:12; Deuteronômio 11:14, Neemias 10:37; Provérbios 3:10 e Joel 2:24.

2. O PERIGO DO VINHO EMBRIAGANTE

Todo aquele que está em Cristo, deve abster-se do vinho embriagante. Deus declarou expressamente que o Seu povo não deveria nem olhar para o vinho, quando este se mostra vermelho:
“Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos? Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. No seu fim morderá como a cobra, e como o basilisco picará.” Provérbios 23:29-32.
“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não é sábio.” Provérbios 20:1.
Os textos acima são esclarecedores. Deus nunca autorizou o Seu povo a tomar quaisquer substâncias intoxicantes que prejudicasse a mente. Uma das maiores hipocrisias da cultura moderna é o “beber socialmente”.
Outras sérias advertências de Deus encontram-se registradas nos seguintes textos:
“E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito.” Efésios 5:18
“Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte; para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito.” Provérbios 31:4-5.
“Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a idolatria, a feitiçaria, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.” Gálatas 5:19-21.
“Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne. Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência cobrirá de trapos o homem.” Provérbios 23:20-21.
“Mas também estes erram por causa do vinho e com a bebida forte se desencaminham... andam errados na visão, e tropeçam no juízo.” Isaías 28:7.
“E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia.” Daniel 1:8.
“Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro. Tu que lhe chegas o teu odre, e o embebedas.” Habacuque 2:15.
“Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão.” I Coríntios 5:11.
“Nem os devassos, nem os idólatras, ... nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” I Coríntios 6:9-10.
“Beberão, e cambalearão, e enlouquecerão, por causa da espada, que Eu (o Senhor) enviarei entre eles.” Jeremias 25:16.

3. ALGUNS MALEFÍCIOS DA BEBIDA ALCOÓLICA NO ANTIGO TESTAMENTO

A Bíblia relata histórias de vários homens que se envolveram com as bebidas alcoólicas. Alguns eram de má índole, mas outros eram homens de fé e comissionados por Deus. O fato de alguns desses homens de Deus terem ingerido bebidas embriagantes, não justifica seguirmos o exemplo deles.
- O caso de Noé: A Bíblia descreve os efeitos maléficos da bebida embriagante na história de Noé (Gênesis 9:20-27). Ele plantou uma vinha, fez vinho embriagante e bebeu. A sua embriaguez ocasionou uma tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã, seu filho mais moço.
- O caso de Ló e suas filhas: Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou na gravidez das filhas de Ló (Gênesis 19:31-38).
- O caso dos filhos de Arão: Nadabe e Abiú entraram no templo com seus incensários, mas por terem bebido bebidas fortes saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu (Levítico 10). Deus ainda chamou os seus sacrifícios de “fogo estranho”.

- Os profetas e sacerdotes na época de Isaías: “Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo.” (Isaías 28:7).

4. ALGUNS MALEFÍCIOS DA BEBIDA ALCOÓLICA NO NOVO TESTAMENTO

- A embriaguez dos coríntios: A Igreja que Paulo havia recém formada em Corinto estava, por falta de conhecimento, cometendo alguns sacrilégios. Eles estavam usando vinho fermentado na Santa Ceia e isso não foi do agrado de Deus e nem do apóstolo Paulo (I Coríntios 11:21). Paulo disse que isso não era digno de nenhum louvor (I Coríntios 11:17).
- A bebida alcoólica na Igreja de Éfeso: Na Igreja de Éfeso, provavelmente havia um grupo de crentes que era bastante chegado ao vinho. Essa foi a razão de ele dizer as seguintes palavras:
“E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito”. Efésios 5:18.
Esse grupo de irmãos achava normal beber e ao mesmo tempo defender a causa de Cristo; mas a prova que isso é impossível é bradada por Paulo: “não vos embriagueis”. O Espírito de Deus não é derramado onde impera a embriaguez.

5. NAS BODAS DE CANÁ O VINHO ERA ALCOÓLICO?

Muitos defendem a idéia de que Jesus, durante uma festa de casamento em Caná, transformou água em vinho alcoólico. Se isto fosse verdade, não estaria Jesus contrariando os ensinamentos de Deus, os quais foram registrados nas Escrituras Sagradas? Jesus não fez vinho alcoólico pelas seguintes razões:
a) Por causa da Sua missão como Messias.
Em Hebreus 7:26 lemos que o Senhor Jesus é "santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores." Ele poderia ser visto por quaisquer pessoas e elas veriam a Sua total santidade. Profanos soldados, por exemplo, que foram enviados para prendê-LO, deram a desculpa de não O terem trazido, dizendo que "nunca homem algum falou assim como este homem." João 7:46.
É importante destacar que a missão do Messias foi “...dar fim aos pecados,...” Daniel 9:24. Ele foi o Cordeiro que “tira o pecado do mundo.” João 1:29
Teria Ele cumprido essa missão se tivesse transformado a água em vinho alcoólico? É bom não esquecer que o vinho alcoólico é denominado pelas Escrituras Sagradas como algo escarnecedor e no qual há devassidão. Seguramente o Senhor Jesus sabia disto.

b) Jesus não poderia contradizer as Escrituras.
Em Mateus 5:17-18, Cristo deixou muito claro dizendo:
“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido."
Portanto, com base no texto acima, Cristo não poderia ter entrado em contradição com as palavras do profeta Habacuque:
"Ai daquele que dá de beber ao seu próximo, adicionando à bebida o seu furor, e que o embebeda para ver a sua nudez!” Habacuque 2:15.
Certamente Jesus sabia que esse verso estava na Bíblia, pois Ele era fiel estudante, coerente manejador e perfeito expositor das Escrituras. Enfrentava a tentação com as Escrituras; provava Seu messiado com as Escrituras; por elas ensinava; e disse a Seus discípulos que nelas buscassem conselho e guia para o futuro. Ele não veio para violar as Escrituras, mas para cumpri-las.
E como as Escrituras ordenam que evitemos "toda a aparência do mal" (I Tessalonicenses 5:22), nós podemos ter a certeza de que o Senhor Jesus jamais poderia ter feito algo que O associaria com tal prática maligna descrita em Habacuque 2:15. Pela mesma razão, nenhum servo de Deus deveria se envolver na venda e oferecimento de bebida alcoólica.
c) Porque em Levítico 10:9-11, há o mandamento de que o sacerdote de Deus não podia beber vinho nem bebida forte.
"Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da congregação, para que não morrais... para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo. E para ensinar aos filhos de Israel todos os estatutos que o SENHOR lhes tem falado..." Levítico 10:9-11.
De acordo com Hebreus 2:17, Cristo tornou-Se nosso Sumo Sacerdote:
“Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.”
Se Ele tivesse feito, bebido ou oferecido vinho alcoólico, Ele teria se desqualificado para ensinar aos filhos de Israel os estatutos do Senhor.
d) Os reis e príncipes estão proibidos de acordo com Provérbios 31:4-5 de beberem vinho alcoólico ou qualquer outra bebida forte.

“Não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte; para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito.” Provérbios 31:4-5.
Em outras palavras o texto acima diz que os reis não devem embebedar-se com vinho para não esquecerem o que já decretaram e para não corromperem a justiça que é devida a todos os que estão aflitos. Como o Senhor Jesus, de acordo com uma profecia de Zacarias, viria como Rei, essa proibição conseqüentemente é aplicada a Ele também:
“Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu Rei; Ele é justo e traz a salvação; Ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta.” Zacarias 9:9.
Sem dúvida, o Senhor Jesus jamais poderia ser o nosso Messias se tivesse transformado água em vinho alcoólico, pois estaria frontalmente desobedecendo a uma orientação de Deus, registrada em Provérbios 31:4-5:
“Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte; para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito.”
e) O Senhor Jesus manifestou a Sua glória ao realizar o milagre durante o casamento em Caná.
Se o vinho que os convidados tinham tomado fosse alcoólico, eles estariam bêbados e neste caso haveria sérias dúvidas com relação à sagrada missão de nosso Senhor Jesus como Messias. No entanto, o texto a seguir desfaz qualquer incerteza a respeito do vinho servido na festa de casamento em Caná, da Galiléia:
“Assim deu Jesus início aos Seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a Sua glória; e os Seus discípulos creram nEle.” João 2:11.
Dois fatos importantes merecem destaque:
a) Através desse milagre o Senhor Jesus manifestou a Sua glória;
b) Os discípulos creram nEle a partir daquele momento.
É inconcebível que Jesus, após o recebimento do Espírito Santo, tenha produzido vinho alcoólico em Seu primeiro milagre. O objetivo desse milagre foi manifestar a Sua glória (João 2:11), de modo a despertar a fé pessoal e a confiança no Senhor Jesus como Filho de Deus, santo e justo, que veio salvar o seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21).

Sugerir que Cristo manifestou a Sua glória como Filho Unigênito de Deus (João1:14), mediante uma festa de bebedeira, não faz nenhum sentido, visto que cada talha (João 2:6) comportava por volta de 120 litros. Como eram seis talhas, teríamos um total de 720 litros, sem contarmos o que já havia sido consumido. Se o vinho fosse embriagante seria mais que suficiente para todo mundo sair trançando as pernas e caindo pelas ruas, o que não ocorreu. Isto teria implicações morais. A coerência moral requer que Cristo não tivesse produzido miraculosamente vinho intoxicante para uso dos homens, mulheres e crianças reunidos nas bodas de Caná, sem tornar-Se moralmente responsável pela intoxicação deles. A coerência escriturística e moral requer que o “bom vinho”(João 2:10) produzido por Cristo fosse suco de uva recente e não fermentado. Isto é respaldado pelo próprio adjetivo empregado para descrevê-lo, ou seja, “kalos”, que denota o que é moralmente excelente, em vez de “agathos”, que significa simplesmente bom.

6. TIPO DE VINHO SERVIDO NA CEIA PASCAL

Quando Jesus celebrou a Ceia Pascal pela última vez com Seus discípulos, o vinho estava na mesa e, foi convenientemente utilizado por Ele em instituir a comemoração de Sua morte, quando disse: “isto é o Meu sangue.” – Mateus 26:28 e Marcos 14:24.
O vinho passou a constituir no emblema apropriado do sangue. O emblema é tão apropriado do sangue que, as Escrituras Sagradas referindo-se ao mosto da uva, tendo em vista, a sua cor rubra, empregam-lhe o nome de “sangue de uva”:
“Atando ele o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à videira seleta, lava as suas roupas em vinho e a sua vestidura em sangue de uvas.” Gênesis 49:11.
“...e por vinho bebeste o sangue das uvas.” Deuteronômio 32:14 (última parte).
O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o cálice de vinho, dando graças, disse: “Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue (simbolicamente), o sangue do Novo Concerto, que é derramado por muitos para remissão dos pecados.” Mateus 26:27-28.
Na Ceia Pascal, bem como nos sete dias da Festa dos Pães Asmos, as orientações de Deus eram as seguintes:
“Sete dias se comerão pães asmos, e o levedado não se verá contigo, nem ainda fermento será visto em todos os teus termos.” Êxodo 13:7.
Uma vez que o evento da Páscoa prefigurava o perfeito sacrifício de sangue, isto é, o sangue incontaminado de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (o Cordeiro de Deus), conclui-se que não podia haver deturpação naquilo que simbolizava o sangue de Jesus Cristo. Além disso, aquele que usasse fermento na semana da Páscoa era excluído da convivência entre os filhos de Israel (Êxodo 12:15 e 19). O apóstolo Paulo escreveu:
“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado. Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.” I Coríntios 5:7-8.
Em todos os evangelhos sinóticos, Jesus chama o conteúdo da taça de “o fruto da videira”. – Mateus 26:29; Marcos 14:25 e Lucas 22:18.
O substantivo “fruto” (grego: gennema) denota que é o produto em estado natural, da mesma maneira em que foi apanhado. Vinho fermentado não é o fruto natural da videira, mas o fruto da fermentação não natural e decadente.
Se o conteúdo do cálice era de vinho alcoólico, Cristo dificilmente poderia ter dito: “Bebei deles todos”, especialmente em vista do fato de que na Páscoa um típico cálice de vinho não continha apenas um gole de vinho, mas aproximadamente meio litro.
Crianças novas que participassem à mesa do Senhor, certamente não deveriam tocar em vinho alcoólico. Poderia Cristo, que nos ensinou a orar: “Livra-nos do mal”, ter feito de Seu memorial à mesa um lugar de irresistível tentação para alguém e de perigo para todos?
Não podemos conceber a Cristo curvando-Se para abençoar com oração de graças um cálice que contivesse vinho alcoólico, sobre que a Bíblia nos adverte para não olharmos (Provérbios 23:31). Um cálice que intoxica é um cálice de maldição e não um “cálice de bênção” (I Coríntios 10:16). É o “cálice dos demônios” e não o “cálice do Senhor” (I Coríntios 10:21). É um cálice que não pode simbolizar adequadamente a incorruptibilidade e o “precioso sangue de Cristo” (I Pedro 1:18-19).
Isto dá razão para acreditarmos que o cálice que Ele abençoou e deu a Seus discípulos não continha qualquer coisa fermentada e proibida pelas Escrituras Sagradas.

7. UM SACERDÓCIO E UM SANTUÁRIO SAGRADO

“E falou o Senhor a Arão, dizendo: Vinho nem bebida forte tu e teus filhos contigo não bebereis, quando entrardes na tenda da congregação... para fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo.” Levítico 10:8-10.
De acordo com o texto de Levítico, nenhum sacerdote deveria ingerir bebidas alcoólicas, durante o desempenho de suas funções sacerdotais diante de Deus. A pergunta é: Esta recomendação também é válida para a Igreja de Deus? Leiamos:

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” I Pedro 2:9.
O apóstolo Pedro está falando a respeito da Igreja de Deus e ela é chamada de “sacerdócio real, nação santa e povo adquirido”. Deus levantou uma Igreja que precisa defender padrões de santidade. Os salvos durante o milênio participarão do reinado de Cristo:
“...e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.” Apocalipse 5:10.
“Bem aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com Ele durante o mil anos.” Apocalipse 20:6.
Quando aceitamos o Senhor Jesus como sendo nosso único Salvador, nos tornamos sacerdotes de Deus:
“Vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.” I Pedro 2:5.
Durante o sistema levítico, os sacerdotes não podiam ingerir bebida alcoólica ao entrarem na tenda da congregação (Santuário), por ser um lugar sagrado. A fundamental questão é que, ao Cristo estabelecer o novo pacto, nossos corpos passaram ser o santuário de Deus:
“Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque sagrado é o santuário de Deus, que sois vós.” I Coríntios 3:16-17.

Lembre-se: O álcool, mesmo em pequenas doses, tende a destruir as mais elevadas espécies de células, as que têm a ver diretamente com os processos vitais, principalmente as delicadas células do cérebro, responsáveis pelo desenvolvimento intelectual. Por isso, para ter uma total comunhão com Deus, mantenha saudável o seu corpo, que é o santuário de Deus.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Honrar é honroso.




Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

Êxodo 20.12

Honrar seu pai e mãe é demonstrado através de palavras e ações que surgem de uma atitude interior de estima e respeito pela posição que ocupam.
A palavra grega para honra significa reverenciar, estimar e valorizar. Honrar é dar respeito não apenas pelo mérito, mas pela posição. Por exemplo, algumas pessoas podem não concordar com as decisões de seu presidente, mas ainda devem respeitar sua posição como líder de seu país. Semelhantemente, filhos de todas as idades devem honrar seus pais, quer seus pais mereçam ou não.
Deus nos exorta a honrar nosso pai e mãe. Ele tanto valoriza honrar aos pais que incluiu esse princípio nos 10 mandamentos (Êxodo 20:12) e novamente no Novo Testamento: Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra (Efésios 6:1-3).
Durante a época do Velho Testamento, falar mal contra os pais ou rebelar-se contra as suas instruções resultava em punição capital (Êxodo 21:15-17; Mateus 15:14)! Enquanto aqueles que honram seus pais são abençoados (Jeremias 35:18-19), uma característica daqueles com uma mente corrompida e daqueles que não agradam a Deus nos últimos dias é desobediência aos pais (Romanos 1:30; 2 Timóteo 3:2).
Salomão, o homem mais sábio que já existiu, encorajou os filhos a respeitarem seus pais (Provérbios 1:8; 13:1; 30:17). Apesar de que talvez não estejamos mais sob sua autoridade, não podemos ignorar o comando de Deus de honrar nossos pais. Até Jesus, Deus Filho, submeteu-se aos Seus pais terrenos e ao seu Pai Celestial (Mateus 26:39; Lucas 2:51). Ao seguir o exemplo de Cristo, como Cristãos devemos tratar nossos pais da mesma forma reverencial com a qual nos aproximaríamos de nosso Pai Celestial (Hebreus 12:9; Malaquias 1:6).
É bem claro que somos comandados a honrar nossos pais, mas como? Honre-os tanto com suas ações como com suas attitudes (Marcos 7:6). Honre seus desejos, tanto os que eles já expressaram quando os que não expressaram verbalmente. O filho sábio {ouve} a correção do pai, mas o escarnecedor não ouve a repreensão (Provérbios 13:1)
Em Mateus 15:3-9, Jesus relembrou os fariseus do comando de Deus de honrar seu pai e sua mãe. Eles estavam obedecendo a letra da lei, mas tinham adicionado as suas próprias tradições, as quais em essência rejeitavam esse comando. Enquanto honravam seus pais em palavras, suas ações provavam o verdadeiro motivo do seu coração. Honrar é mais do que da boca pra fora. A palavra honra nessa passagem é um verbo, e, como tal, exige uma escolha/ação correta.
Honrar trás consigo a idéia de dar glória a alguém. 1 Coríntios 10:31 nos diz que qualquer coisa que façamos deve ser feito para a glória de Deus. Devemos procurar honrar nossos pais da mesma forma que Cristãos tentam trazer glória a Deus – em nossos pensamentos, palavras e ações.
A palavra grega hypakouo significa obedecer, escutar, prestar atenção. Para uma criança pequena, obedecer os pais vai lado a lado com honrá-los. Isso inclui escutar, prestar atenção e submeter-se à sua autoridade. Depois que a criança cresce, a obediência que aprenderam ainda pequenos vai ajudá-los a honrar outras autoridades, tais como o governo, polícia e patrões.
Enquanto devemos honrar nossos pais, isso não significa imitar os que não honram a Deus (Exequiel 20:18-19). O que devemos fazer se nossos pais nos pedem a fazer algo errado? Neste caso, devemos obedecer a Deus, e não aos homens (Atos 5:28).

O commando de honrar aos pais é o único comando com uma promessa: …para que te vá bem (Efésios 6:3). Honra gera honra. Deus não vai honrar aqueles que não obedecem Seu comando de honrar seus pais. Se desejamos agradar a Deus e ser abençoado, devemos honrar nossos pais. Honrar não é fácil, não é sempre divertido, e com certeza não é possível apenas com nossas próprias forças. No entanto, honra é um caminho certo ao nosso propósito de vida: glorificar a Deus. Vós, filhos, obedecei em tudo a {vossos} pais, porque isto é agradável ao Senhor (Colossenses 3:20).

sábado, 14 de dezembro de 2013

Homens fracos e Mulheres fortes.





Porém um dentre os moços o anunciou a Abigail, mulher de Nabal, dizendo: Eis que Davi enviou mensageiros desde o deserto a saudar o nosso amo; porém ele os destratou.

 1 Samuel 25.14

A questão do papel da mulher na família é mais profunda e abrangente do que se imagina. Minimizá-la, simplesmente declarando que a mulher deve parar de trabalhar fora e voltar para casa, torna-a mais grave ainda. Homem e mulher foram criados para agir juntos e num só propósito desde que seja o que foi determinado pelo Criador.
Características diferentes, mas complementares
Voltando ao princípio, no livro de Gênesis, vemos a mulher sendo criada do interior do homem.
Deus fez cair profundo sono sobre o homem, tirou-lhe uma das costelas para formar a mulher e, depois, levou-a para ele (Gn 2.18-25). Por isso, ela possui características internas mais acentuadas que a tornam mais afetiva, carinhosa e amorosa do que o homem. Deus mandou o homem amar a mulher, não a mulher, o homem, porque ela já sabe amar e repartir amor.
Observe um homem e uma mulher segurando um bebezinho. Enquanto ela o aconchega no seio, para dentro de si, o homem tende a erguê-lo nas mãos e exibi-lo no ar, para fora. São essas características mais voltadas para dentro que fazem com que a mulher sinta necessidade de ser amada, protegida e guardada pelo homem.
Portanto, submissão na Bíblia não significa repressão, mas proteção.
Outra característica da mulher é possuir uma visão múltipla das coisas, capacitando-a a enxergar detalhes que passam despercebidos ao homem. O homem, em contrapartida, tem dificuldade para localizar bem as coisas.
A mulher pode dar detalhes (lado direito ou esquerdo, em baixo, em cima), mas ele não enxerga o objeto se não estiver exatamente no ponto mencionado. É a mulher que gosta de olhar todas as vitrines do shopping para decidir que roupa vai comprar e experimentar vários pares de sapatos antes de decidir-se por um. Já o homem procura uma loja e vai direto ao ponto.
Isso acontece porque ele possui uma visão única e focaliza a atenção num só ponto.
Sem uma visão precisa, jamais poderia ser um bom guerreiro. Deus o fez assim, e esse é um de seus pontos de distinção, não de imperfeição como pensam algumas mulheres.
Vemos assim que, no princípio, Deus criou o homem e a mulher para serem uma só carne, mesmo sendo ela mais afetiva, e ele, mais guerreiro.
O homem foi encarregado de matar o inimigo e retornar ao lar para descansar da guerra, receber carinho e reconhecimento da mulher. A mulher, por outro lado, não possui a característica de sair e enfrentar os perigos; por isso, é importante que não saia sem proteção.

Com isso, não estou, de forma alguma, defendendo a ideia retrógrada de que a mulher deve ficar em casa e não trabalhar fora.

Deixo apenas um alerta de que, desde que se iniciou a guerra dos sexos, com a queda do homem (divisão evidenciada nas vestes que lhes foram dadas no jardim), a mulher abandonou seu papel de honrar o homem e submeter-se a ele e, por isso, ficou confusa quanto ao seu chamado. Tornou-se vulnerável e desprotegida. Sua identidade depende de estar inserida em seu lugar, trabalhando fora ou não.

Do contrário, torna-se mais exposta aos ferimentos da alma, à repressão, ao vazio e à insegurança.
É verdade que, durante séculos, no passado, as mulheres foram prejudicadas com atitudes incorretas dos homens.
Na cultura judaica, elas eram proibidas até de entrar nas sinagogas; em outros países, só andavam alguns metros atrás dos homens; não tinham direito nem de votar além de tantas outras coisas. Surgiu, então, o movimento feminista como uma tentativa de mostrar que não são, em nada, inferiores aos homens.
O erro das mulheres e o erro dos homens
Satanás agiu com astúcia, usando as feridas das mulheres (pois não desperdiça brechas) para dar-lhes uma 'solução'. Induziu-as a buscarem autorrealização e autoafirmação por meio de recursos próprios, principalmente no que se refere a sucesso profissional e sensualidade (a experiência com vários parceiros é uma ilusória e errônea procura por proteção e carinho, pois, quanto mais agem assim, mais vazias e solitárias se sentem).
Eis o segredo para entender essa situação caótica. A partir do momento em que procurou realização e felicidade, utilizando recursos próprios e distantes dos propósitos de Deus, a mulher acabou cometendo dois grandes erros.
Em primeiro lugar, ao abandonar seu papel de honrar, respeitar e suprir o marido, a mulher pecou contra todos os homens.
Eles necessitam de respeito e honra, pois são valores importantes que os motivam a continuar a luta em favor da família.
Homens desmotivados abandonam o posto, permitindo que outros façam seu trabalho.
Ao mesmo tempo, o erro da mulher é contra Deus, pois, ao procurar outra fonte de realização que não seja ele, comete o pecado de idolatria.
Elas escolhem o que lhes parece melhor e o executam. Antes, ocuparam o lugar do homem; agora, ocupam o de Deus.
Jeremias 2.13 exemplifica perfeitamente esses dois tipos de pecado.
Deus diz ao profeta que o povo de Israel fez duas maldades: 'a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas'.
Não é exatamente isso o que as mulheres fizeram quando se sentiram injustiçadas, maltratadas e abandonadas pelos homens e resolveram dar a volta por cima? Esse pecado tem um nome bíblico, idolatria, e encontra-se no mesmo nível do pecado de feitiçaria (1 Sm 15.23; Gl 5.20).
Não estou acusando as mulheres por todo esse caos da degradação das famílias e suas conseqüências negativas que tanto afligem a sociedade. Achar os culpados não traz solução ao problema, mas, sim, encontrar as brechas e fechá-las mesmo que não tenha sido eu que as abri.
Como o homem reagiu diante dessa atitude? O guerreiro criado para governar e dominar a terra inconscientemente usou a ira, dada por Deus para matar o inimigo, contra a própria mulher. Seu pecado não é diferente do pecado da mulher. Ao procurar ser vencedor e realizar-se com recursos próprios, cometeu o mesmo pecado de idolatria.
Resultados desastrosos
As consequências de todo esse processo têm sido várias e seríssimas. A busca de poder e realização fora dos propósitos de Deus, tanto do homem quanto da mulher, produziu resultados desastrosos para a família e para todo o plano de Deus.
Um dos resultados foi a repressão das mulheres por parte dos homens a ponto de serem anuladas e desprezadas na sociedade.
Outro foi a rebelião das mulheres contra a autoridade masculina. Sua busca por realização, sem a proteção dos homens, gerou mulheres fortes, independentes e dominadoras, mas feridas e solitárias.
O aumento da presença dessas mulheres em todos os setores profissionais tornou-se uma ameaça aos homens; elas fazem o trabalho deles 'melhor' e mais barato enquanto eles se tornam mais passivos e acomodados.
A imagem forte das mulheres faz com que os filhos prefiram seguir suas pegadas, gerando desprezo pelo pai e até por sua sexualidade. Os filhos homens escolhem a companhia da mãe, pois recebem dela o suprimento que o pai não consegue lhes dar; admiram e preferem o desempenho e imagem dela.
Isso acarreta em maior distanciamento do pai, a principal pessoa, escolhida por Deus, para transmitir-lhes sua identidade.
Uma desordem produz outras. Se não for colocado um ponto final em tudo, será impossível saber como era no início.
Hoje, muitas mulheres querem ser homens, e muitos homens querem ser mulheres. E Satanás se regozija, pensando que impedirá a realização do propósito de Deus na Terra.
Tendo seu entendimento obscurecido pelos ídolos, homem e mulher não compreendem que ambos estão deslocados das funções que lhes foram designadas. Há uma só saída: voltar ao início, às origens.
Quanto mais procurarmos soluções humanas, mais nos afastaremos dos caminhos de Deus; quanto mais nos afastarmos desses caminhos, mais infelizes e incompletos seremos.
O que fazer?
Urge a necessidade de um genuíno arrependimento de todos nós.
Necessitamos do derramar do Espírito em nosso coração produzindo quebrantamento e mudança de rumo.
No entanto, para que isso aconteça, todos os que anseiam por tal acontecimento precisam permitir a ação do Espírito na própria vida. Então, veremos o Senhor mover-se em toda a Terra – um grão de trigo que morre para que muitos outros surjam.
Ouso declarar que Deus frustrará, nesta geração, todos os intentos de Satanás.
No mover de Deus nos últimos dias, a identidade das mulheres será restaurada. Elas ocuparão, com contentamento, seu lugar de auxiliadora idônea, enquanto os homens conquistarão, com eficácia, toda a área ocupada pelo inimigo.
Sonho com ajuntamentos solenes em que as mulheres, prostradas e arrependidas, pedirão perdão a Deus e aos homens por terem tentado tomar seu lugar; perdão por terem buscado realização e felicidade com recursos próprios e independentes de Deus.
Sonho com ajuntamentos solenes em que os homens pedirão perdão a Deus e às mulheres por terem sido frios e indiferentes, por não terem sido homens segundo o propósito divino.
A restauração da Igreja depende da conversão da esposa ao marido e do maridos à esposa; da conversão dos pais aos filhos e dos filhos aos pais.

A restauração da Igreja depende da restauração da família.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O culto domestico uma necessidade.




E no dia imediato chegaram a Cesaréia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado os seus parentes e amigos mais íntimos.
 Atos 10.24

1. Porque nos dispõe para enfrentarmos as tarefas diárias com um coração mais alegre, torna-nos mais fortes para o trabalho, mais dedicados ao nosso dever e predispõe-nos a glorificar a Deus em tudo que fizermos. Ler Colossenses 3.17.
2. Porque nos dá força para enfrentarmos o desânimo, as decepções, as adversidades inesperadas e as frustrações com que nos deparamos. Ler Hebreus 2.18.
3. Porque nos torna mais cônscios, no decorrer do dia, da presença reconfortante do Deus que nos ajuda a vencer pensamentos impuros e outros inimigos quaisquer, que porventura vierem atacar-nos. Ler Filipenses 4.4-7.
4. Porque o culto doméstico suaviza as asperezas do relacionamento no lar e enriquece grandemente o convívio em família. Ler Efésios 6.1-9.
5. Porque esclarece os mal-entendidos e tende a aliviar as tensões que por vezes invadem o ambiente sagrado do lar. Ler Romanos 12.9-11.
6. Porque o culto doméstico ajuda a manter na fé os filhos que saem de casa, afastando-se da influência dos pais. Na maioria dos casos, é o culto doméstico que mais tarde irá determinar a salvação de filhos de lares crentes. Ler II Timóteo 3.15-17.
7. 7. Porque ele poderá ter influência sadia e santa sobre as pessoas que possam estar visitando a família. Ler Romanos 14.7-9. 8. Porque o culto doméstico reforça o trabalho pastoral e, além disso, estimula em muito a participação na Igreja. Ler Romanos 15.6-7.
8. Porque o culto doméstico faz de um lar exemplo e estímulo a outros lares, para que tenham a mesma vida de devoção e adoração a Deus. Ler Atos 2.46,47.
9. Porque a palavra de Deus ensina que devemos fazer o culto doméstico. Ao obedecermos a Deus, estamos dando honra àquele que é o doador de todo o bem e fonte de toda a benção.
10. Ler Romanos 12.1,2.


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O coração alegre.






O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.

Provérbios 15.13

Exaltar-te-ei, ó SENHOR, porque tu me exaltaste; e não fizeste com que meus inimigos se alegrassem sobre mim. Senhor meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste. Senhor, fizeste subir a minha alma da sepultura; conservaste-me a vida para que não descesse ao abismo. Cantai ao Senhor, vós que sois seus santos, e celebrai a memória da sua santidade. Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Eu dizia na minha prosperidade: Não vacilarei jamais. Tu, Senhor, pelo teu favor fizeste forte a minha montanha; tu encobriste o teu rosto, e fiquei perturbado. A ti, Senhor, clamei, e ao Senhor supliquei. Que proveito há no meu sangue, quando desço à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade? Ouve, Senhor, e tem piedade de mim, Senhor; sê o meu auxílio. Tornaste o meu pranto em folguedo; desataste o meu pano de saco, e me cingiste de alegria, Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te louvarei para sempre.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Faça a escolha certa.


 


Escolhi o caminho da verdade; propus-me seguir os teus juízos.

Salmos 119.30

Muitas pessoas escolhem caminhos como DROGAS, BEBIDAS, FARRAS E MUITO MAIS, as vezes retornar se torna difícil,  outras pessoas escolhem ser DOUTOR, ADVOGADO, ENGENHEIRO, em fim, trabalhos que verdadeiramente dignifica o homem e isso é muito bom, Deus deu ao homem o livre arbítrio ou seja a livre vontade de escolher. Assim como o salmista Davi que fez uma escolha que com certeza veio mudar a sua vida de uma maneira maravilhosa por que ele escolheu o caminho da verdade. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8.32). Verdade essa que nem o próprio Herodes rei da época que não conhecia, sendo rei chegou ao ponto de perguntar a Jesus o que é a verdade? Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum. (João 18.38). Às vezes você pode assim com Herodes esta se perguntando como faço para escolher o caminho da verdade? A minha resposta é muito simples o verdadeiro caminho é Jesus, pois a palavra diz: Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14.6). Assim como o nosso irmão Davi propôs em sua vida seguir o caminho e os juízos do Senhor, aconselho-te que faça o mesmo.

Que o Senhor se digne em te abençoar.